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Tratamento de Pseudartrose (Fratura que Não Consolida)

Pseudartrose é a falha na consolidação de uma fratura dentro do tempo esperado, quando o osso não "cola" e permanece com mobilidade ou dor no foco. A avaliação identifica a causa (estabilidade, biologia, infecção) e orienta a conduta, que pode envolver revisão da fixação, enxerto ósseo ou estímulos à consolidação, sempre conforme cada caso.

Por que uma fratura não consolida

A consolidação óssea depende de três fatores que precisam funcionar juntos: estabilidade adequada no foco da fratura, boa biologia local (vascularização e potencial de reparo) e ausência de infecção. Quando um desses pilares falha, o osso pode não consolidar dentro do prazo previsto, configurando a pseudartrose.

As causas costumam incluir fixação insuficiente ou instável, perda de contato entre os fragmentos, comprometimento vascular, tabagismo, uso de certos medicamentos, distúrbios metabólicos e, em parte dos casos, infecção associada. Identificar o motivo predominante é o passo que orienta toda a conduta seguinte.

Como é feita a avaliação

A avaliação combina a história do trauma e das cirurgias prévias, o exame físico do membro e exames de imagem que ajudam a caracterizar o tipo de pseudartrose (por exemplo, hipertrófica ou atrófica) e o estado da fixação existente.

Quando há suspeita de infecção, exames laboratoriais e de imagem complementares podem ser necessários antes de definir a estratégia. O objetivo dessa etapa é entender por que aquele osso específico não consolidou, já que a mesma condição pode ter causas diferentes em cada pessoa.

Opções de tratamento em linhas gerais

Pseudartrose com infecção ou perda óssea

Nos casos em que há infecção associada (pseudartrose infectada) ou perda de segmento ósseo, o tratamento tende a ser feito em etapas. Em geral, prioriza-se o controle da infecção e o preparo do leito antes das etapas de reconstrução e restauração do comprimento e do alinhamento.

Esses cenários costumam exigir técnicas de reconstrução mais elaboradas, como transporte ósseo e uso de fixadores, e envolvem um planejamento individualizado. Trata-se de um subgrupo de alta complexidade, no qual cada etapa é definida conforme a resposta do paciente.

Atendimento presencial e por teleconsulta

O atendimento presencial ocorre no consultório na Av. Paulista, 2064, em São Paulo. Para pacientes de outras cidades, a teleconsulta permite uma primeira avaliação do caso, discussão dos exames já realizados e orientação sobre os próximos passos, incluindo quando o deslocamento presencial pode ser necessário.

Pacientes encaminhados por outros colegas ou que buscam uma segunda opinião podem organizar previamente os exames de imagem e relatórios das cirurgias anteriores, o que ajuda a tornar a avaliação mais objetiva.

O que trato nessa área

Como é o tratamento, em linhas gerais

O tratamento parte de um diagnóstico que busca identificar por que a fratura não consolidou, avaliando estabilidade, biologia e a possibilidade de infecção. A partir dessa leitura, define-se uma estratégia que pode combinar revisão da fixação, enxerto ósseo e outros recursos para favorecer a consolidação, sempre de forma individualizada. Em casos de infecção ou perda óssea, a condução costuma ser feita em etapas, e técnicas de reconstrução e alongamento ósseo podem ser incorporadas ao plano quando indicadas. Cada caso é único, e a conduta é discutida com o paciente após a avaliação, sem que se possa antecipar um resultado.

Agende uma avaliação

Atendimento presencial na Av. Paulista (São Paulo) e por teleconsulta para pacientes de outras cidades. Cada caso exige avaliação individual.

Conteúdo de caráter informativo e educativo. Não substitui a avaliação médica presencial nem estabelece relação médico-paciente. Cada caso exige avaliação individual; não há garantia de resultado.

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