Áreas de atuação e tratamentos
São duas subespecialidades que se encontram no mesmo princípio: cuidar do osso e do membro quando o comprimento, o eixo ou a consolidação estão comprometidos. O atendimento é presencial na Av. Paulista, em São Paulo, e também por teleconsulta para pacientes de outras cidades.
Alongamento e reconstrução óssea
Restaurar comprimento, alinhamento e forma do osso quando a função está comprometida — nunca por motivo estético. Osteogênese por distração (método de Ilizarov), fixador externo e haste magnética, em adultos e crianças.
Ver detalhes →Discrepância de comprimento dos membros
Diferença de comprimento entre as pernas (anisomelia): quando é apenas uma variação comum, quando avaliar e quais são as opções de tratamento conforme a magnitude e a idade.
Ver detalhes →Pseudartrose
Fratura que não consolidou — não "colou" no tempo esperado. Investigação da causa e caminhos de reconstrução para retomar o apoio e a função do membro.
Ver detalhes →Correção de deformidades dos membros
Desvios de eixo (joelho varo/valgo), angulações e rotações do membro — de origem congênita ou adquirida — em crianças e adultos, com correção planejada em etapas.
Ver detalhes →Ortopedia pediátrica
Ossos, articulações e crescimento na criança e no adolescente, com atenção às placas de crescimento — do desenvolvimento normal ao que merece avaliação especializada.
Ver detalhes →Não é preciso esperar piorar para ser avaliado. A consulta é o que define o que está em jogo e o que é possível — inclusive quando a melhor conduta é acompanhar, sem operar. Atendimento particular, presencial na Av. Paulista (São Paulo) ou por teleconsulta, sem necessidade de encaminhamento. Se já tiver radiografias ou relatórios, leve-os. Veja como é a primeira consulta, passo a passo.
Por onde começar, se você não sabe o nome do problema
A maioria das pessoas chega sem saber o termo técnico — e não precisa saber. O que costuma orientar a escolha da página é a situação, não o diagnóstico. Abaixo estão as formas mais comuns de o problema aparecer no dia a dia:
- Uma perna parece mais curta que a outra, o quadril fica desnivelado, o sapato desgasta de um lado só ou a criança manca sem dor — costuma levar à página de discrepância de comprimento dos membros.
- A perna é torta, o joelho aponta para dentro ou para fora, ou o eixo mudou depois de uma fratura — veja correção de deformidades.
- Houve fratura e o osso não colou depois de meses, ou colou torto, ou há dor persistente no local — veja pseudartrose.
- Falta osso por infecção, tumor, trauma grave ou má-formação, ou já se falou em fixador externo — veja alongamento e reconstrução óssea.
- É uma criança ou adolescente e a dúvida é se o que se vê faz parte do crescimento — veja ortopedia pediátrica.
Se mais de uma descrição parecer a sua, isso é comum: as condições se sobrepõem com frequência, e boa parte dos casos combina comprimento, eixo e consolidação no mesmo membro. Nesse caso não é preciso escolher — a avaliação define o que está em jogo.
Crianças e adultos
As duas subespecialidades atendem as duas faixas etárias, mas por razões diferentes. Na criança e no adolescente, o esqueleto ainda cresce: as placas de crescimento influenciam tanto o problema quanto o tratamento, e o tempo tem papel próprio — às vezes a favor, às vezes contra. No adulto o osso não cresce mais, e o que está em questão costuma ser sequela: consolidação que não veio, eixo que mudou, comprimento que se perdeu depois de fratura, infecção ou cirurgia anterior.
Como é a primeira avaliação
A consulta começa pela história do caso — como o problema apareceu, o que já foi feito e o que mais incomoda hoje — seguida do exame físico e da leitura dos exames que você trouxer. Ao final, o objetivo é sair com o quadro entendido e com as opções explicadas, incluindo a possibilidade de não operar e a de aguardar.
O que ajuda trazer: exames de imagem que você já tenha (radiografias, tomografias, ressonâncias), preferencialmente as imagens em si e não só os laudos; relatórios ou resumos de cirurgias anteriores; e a lista de medicamentos em uso. Se ainda não houver nenhum exame, isso pode ser orientado durante o atendimento — não é motivo para adiar a consulta.
Casos de reconstrução e alongamento costumam exigir planejamento em etapas, e nem sempre a conduta é definida na primeira consulta: é frequente que se peça um exame específico ou uma comparação ao longo do tempo antes de decidir. Cada caso exige avaliação individual.
Agende uma avaliação
Atendimento presencial na Av. Paulista (São Paulo) e por teleconsulta para pacientes de outras cidades. Cada caso exige avaliação individual.
Conteúdo de caráter informativo e educativo. Não substitui a avaliação médica presencial nem estabelece relação médico-paciente. Cada caso exige avaliação individual; não há garantia de resultado.